Em entrevista, Marquinhos diz que prefeita não atende demanda da população e fará oposição republicana
Na entrevista, ele aborda os desafios enfrentados, os avanços alcançados e sua visão sobre o futuro da capital.
Marcos Marcello Trad, 60 anos, ex-prefeito de Campo Grande, deputado estadual, vereador eleito mais votado nas eleições municipais e retorna à Câmara Municipal após obter 8.567 votos. Marquinhos relembra sua gestão e os principais projetos que marcaram sua carreira política. Na entrevista, ele aborda os desafios enfrentados, os avanços alcançados e sua visão sobre o futuro da capital.
Além disso, Marquinhos analisa o cenário político atual e compartilha aprendizados de sua experiência no comando da cidade. Uma conversa imperdível com um dos líderes mais influentes de Mato Grosso do Sul. Veja na íntegra a entrevista concendida ao Blog do Bulhões!
BLOG DO BULHÕES– O que o motivou a retornar à Câmara Municipal de Campo Grande após experiências como prefeito e deputado estadual?
Marquinhos Trad– Mais importante que o cargo é a vontade de servir à cidade. Estou pronto!
Como o senhor avalia o atual cenário político da Câmara e o seu papel como vereador de oposição?
O legislativo precisa atuar para melhorar a cidade e a vida do povo. Se para isso tiver que fazer oposição deve ser feita com decência e proatividade.
Quais são as principais prioridades do seu mandato para este início de legislatura?
Fiscalizar e legislar pelo bem da cidade.
Como o senhor compara sua atuação como vereador no início da carreira política com o desafio de voltar à Câmara após ser prefeito?
Estou com o mesmo entusiasmo, a mesma disposição e mais experiente. Portanto, estou melhor que antes.
Durante sua gestão como prefeito, houve conquistas importantes e também críticas. O que o senhor leva dessas experiências para este novo cargo?
Paciência não é passividade. Coragem não é leviandade. Ser vice não é ter amizade.
O que aprendeu como prefeito e deputado estadual que pode contribuir para sua atuação como vereador agora?
Tecnica legislativa, investigação parlamentar, regimentalidade e traquejo político para diferenciar o que é desejável do que é possível.
O senhor já declarou oposição à prefeita Adriane Lopes. Quais são os principais pontos de discordância em relação à gestão dela?
As prioridades e os métodos.
Existe algum espaço para diálogo com a prefeita e seus aliados, ou o senhor prevê uma relação de enfrentamento?
Enfrentamento não é guerra. Dialogar faz parte da atividade política. Oposição é atividade republicana.
Acredita que a prefeita tem atendido às demandas da população de Campo Grande de forma satisfatória?
Não é o que ouço nas ruas.
Quais são os principais desafios que Campo Grande enfrenta atualmente e como o senhor pretende contribuir para superá-los como vereador
Infraestrutura urbana, saúde e falta de estratégia a médio e longo prazo.
Em sua opinião, quais áreas mais precisam de atenção urgente na cidade, como saúde, educação, segurança ou infraestrutura. Como o senhor pretende fiscalizar as ações da atual administração?
Fiscalizar é vigiar. Vigiar é estar presente. Eu estou e estarei presente nas ruas, porque são elas que nos dizem a verdade sobre as reais necessidades do povo.
O senhor tem planos de se candidatar novamente ao Executivo em 2028 ou está focado exclusivamente neste mandato?
Aguardemos o bailar do destino. Ainda é cedo cogitar.
Como avalia o cenário político de Campo Grande para as próximas eleições e o papel do Legislativo nesse processo?
Campo Grande não aceita coronéis.
Qual é sua mensagem para os cidadãos campo-grandenses que esperam mudanças significativas na gestão pública?
De minha parte tudo farei para que as mudanças sejam significativas para o bem comum.