Sérgio Longen prestigia apresentação do Contrato de Concessão da Rota da Celulose
A apresentação foi feita pelo consórcio 'Caminhos da Celulose', responsável por operar trechos das seis rodovias, MS-040, MS-338, MS-395, BR-262…
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, participou, nesta segunda-feira (02), da apresentação técnica do contrato de Concessão da Rota da Celulose. O projeto, de iniciativa do governo do estado em parceria com o Governo Federal, tem como objetivo promover o transporte da produção industrial e a cadeia produtiva de celulose no leste do Estado, assim como facilitar o escoamento da produção agroindustrial.
“Este contrato é uma mudança de competividade e transformador. Uma nova modelagem com segurança jurídica, flexibilidade, em que o Estado por exemplo é sócio do projeto. Uma mudança de modelo e de conceito. Vai dar principalmente ao usuário a garantia que ele vai pagar e vai receber aquilo que foi contratado”, afirmou o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel.
A apresentação foi feita pelo consórcio ‘Caminhos da Celulose’, responsável por operar trechos das seis rodovias, MS-040, MS-338, MS-395, BR-262 e BR-267. A concessão terá duração de 30 anos, engloba 870 quilômetros e prevê cerca de R$ 7 bilhões em investimentos em obras de infraestrutura, além de aproximadamente R$ 3 bilhões em custo operacionais ao longo da duração da concessão, totalizando R$ 10 bilhões.
“O projeto vai trazer desenvolvimento não apenas para região Leste, para todo Estado e ao Brasil. Ele será capaz de fazer frente a este corredor logístico estratégico. A concessão nasce na concepção que é preciso investir em obras, com duplicações, terceiras faixas, acostamentos, restauração do pavimento, assim como presença, cuidado, comunicação e tecnologia”, declarou o diretor-presidente da concessionária, Luiz Fernando De Donno.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou que a concessão é uma parceria de sucesso entre o Estado, União e iniciativa privada.
“Estamos diante de projetos bilionários na região e não há nada mais importante que a logística. Hoje precisamos de parcerias público-privada e um modelo regulador estratégico que permita flexibilidade. Ninguém faz nada sozinho e precisa promover um trabalho em parceria”, concluiu.