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Política

Carlão cobra eficiência imediata na saúde e diz que população não pode ser “humilhada”

Carlão pressiona por funcionamento básico da saúde e critica falhas no atendimento

27 fev 2026 às 10h12 | Redação

Foto: Divulgação

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (26), o 1º Secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), subiu à tribuna para cobrar eficiência imediata na gestão da saúde pública da Capital. Em um discurso focado na dignidade do cidadão, Carlão destacou que a população não pode mais ser “humilhada” ao buscar atendimento.

​Enquanto a Mesa Diretora se reunia com o novo Secretário Municipal de Saúde, Marcelo Vilela, Carlão enfatizou que a prioridade do Executivo deve ser garantir o funcionamento da baixa complexidade, o que ele definiu como o “mínimo necessário”.

​Para o parlamentar, a solução para a crise na saúde passa por medidas diretas e pragmáticas nos bairros.

​Assistência Farmacêutica: Garantia de remédios nas prateleiras das Unidades Básicas de Saúde (UBS).

​Recursos Humanos: Presença constante de médicos nos postos.

​Humanização: Atendimento digno e sem humilhações para a população mais humilde.

​”Acho que temos que falar para o secretário fazer pelo menos o simples: o remédio no posto, as consultas de baixa complexidade e o médico presente. O cidadão precisa ser atendido com o sentido digno de ser um cidadão, e não ser humilhado por chegar e não encontrar nada”, afirmou o vereador.

​Um dos pontos mais contundentes da fala de Carlão foi a denúncia de que ordens judiciais estariam sendo ignoradas dentro da estrutura da saúde pública. “Tem pessoas que não querem atender nem decisão judicial. Não tem respeito nem com o magistrado, muito menos com o povo. Queremos que as coisas funcionem”, disse.

​Apesar das críticas, Carlão reforçou que a Câmara Municipal mantém uma postura colaborativa, buscando o bem comum em vez de disputas políticas. Segundo o 1º Secretário, a Casa de Leis está aberta para apoiar a prefeitura e o novo secretário, desde que os serviços públicos — não apenas na saúde, mas também na educação e assistência social — voltem a operar com eficiência.

​”A Câmara não vai fazer politicagem para prejudicar a prefeita ou o secretário. Nós queremos que as coisas funcionem. O mínimo que um gestor público tem que fazer é garantir que o serviço chegue à ponta”, finalizou o parlamentar, falando em nome da liderança partidária.