2
Campo Grande - MS Busca
Política

Em entrevista, Marquinhos diz que prefeita não atende demanda da população e fará oposição republicana

Na entrevista, ele aborda os desafios enfrentados, os avanços alcançados e sua visão sobre o futuro da capital.

09 jan 2025 às 15h59 | Jhoseff Bulhões

Foto: Divulgação/Assessoria

Marcos Marcello Trad, 60 anos, ex-prefeito de Campo Grande, deputado estadual, vereador eleito mais votado nas eleições municipais e retorna à Câmara Municipal após obter 8.567 votos. Marquinhos relembra sua gestão e os principais projetos que marcaram sua carreira política. Na entrevista, ele aborda os desafios enfrentados, os avanços alcançados e sua visão sobre o futuro da capital.

Além disso, Marquinhos analisa o cenário político atual e compartilha aprendizados de sua experiência no comando da cidade. Uma conversa imperdível com um dos líderes mais influentes de Mato Grosso do Sul. Veja na íntegra a entrevista concendida ao Blog do Bulhões!

BLOG DO BULHÕESO que o motivou a retornar à Câmara Municipal de Campo Grande após experiências como prefeito e deputado estadual?

Marquinhos Trad– Mais importante que o cargo é a vontade de servir à cidade. Estou pronto!

Como o senhor avalia o atual cenário político da Câmara e o seu papel como vereador de oposição?

O legislativo precisa atuar para melhorar a cidade e a vida do povo. Se para isso tiver que fazer oposição deve ser feita com decência e proatividade.

Quais são as principais prioridades do seu mandato para este início de legislatura?

Fiscalizar e legislar pelo bem da cidade.

Como o senhor compara sua atuação como vereador no início da carreira política com o desafio de voltar à Câmara após ser prefeito?

Estou com o mesmo entusiasmo, a mesma disposição e mais experiente. Portanto, estou melhor que antes.

Durante sua gestão como prefeito, houve conquistas importantes e também críticas. O que o senhor leva dessas experiências para este novo cargo?

Paciência não é passividade. Coragem não é leviandade. Ser vice não é ter amizade.

O que aprendeu como prefeito e deputado estadual que pode contribuir para sua atuação como vereador agora?

Tecnica legislativa, investigação parlamentar, regimentalidade e traquejo político para diferenciar o que é desejável do que é possível.

O senhor já declarou oposição à prefeita Adriane Lopes. Quais são os principais pontos de discordância em relação à gestão dela?

As prioridades e os métodos.

Existe algum espaço para diálogo com a prefeita e seus aliados, ou o senhor prevê uma relação de enfrentamento?

Enfrentamento não é guerra. Dialogar faz parte da atividade política. Oposição é atividade republicana.

Acredita que a prefeita tem atendido às demandas da população de Campo Grande de forma satisfatória?

Não é o que ouço nas ruas.

Quais são os principais desafios que Campo Grande enfrenta atualmente e como o senhor pretende contribuir para superá-los como vereador

Infraestrutura urbana, saúde e falta de estratégia a médio e longo prazo.

Em sua opinião, quais áreas mais precisam de atenção urgente na cidade, como saúde, educação, segurança ou infraestrutura. Como o senhor pretende fiscalizar as ações da atual administração?

Fiscalizar é vigiar. Vigiar é estar presente. Eu estou e estarei presente nas ruas, porque são elas que nos dizem a verdade sobre as reais necessidades do povo.

O senhor tem planos de se candidatar novamente ao Executivo em 2028 ou está focado exclusivamente neste mandato?

Aguardemos o bailar do destino. Ainda é cedo cogitar.

Como avalia o cenário político de Campo Grande para as próximas eleições e o papel do Legislativo nesse processo?

Campo Grande não aceita coronéis.

Qual é sua mensagem para os cidadãos campo-grandenses que esperam mudanças significativas na gestão pública?

De minha parte tudo farei para que as mudanças sejam significativas para o bem comum.