Eleições do Conselho de Arquitetura e Urbanismo terão chapa única em MS
O voto é obrigatório para todos os arquitetos e urbanistas com registro ativo.
A Comissão Eleitoral Nacional do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) divulgou nesta terça-feira (8) os registros de candidatura para as Eleições do CAU 2026 e a relação dos pedidos de registro de candidatura concluídos.
As Eleições 2026 do CAU definirão os novos conselheiros federais e estaduais para a gestão 2027-2030. Com votação marcada para o dia 5 de novembro, o processo será realizado de forma 100% online, mobilizando profissionais e instituições de ensino em todo o país.
Durante o período de registro de candidatura, apenas uma chapa de Mato Grosso do Sul concluiu o processo e concorre ao próximo mandato. Mais de 4 mil arquitetos e urbanistas do Estado devem votar, conforme o colégio eleitoral divulgado pelo CAU/BR.
O voto é obrigatório para todos os arquitetos e urbanistas com registro ativo. Quem não votar deverá apresentar justificativa, sob pena de multa.
Uma das novidades das Eleições deste ano é a exigência de que as chapas tenham pelo menos 50% de mulheres entre as candidaturas, além de atender aos critérios de representatividade estabelecidos pelo Regulamento Eleitoral.
As regras contemplam pessoas pardas, pretas ou indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, profissionais com menos de 29 anos, com mais de 60 anos e que vivem e atuam no interior.
Conheça a chapa no site www.caums.gov.br.
Quem vota e qual a importância da participação?
O Colégio Eleitoral de 2026 é composto por aproximadamente 240 mil arquitetos e urbanistas de todo o país. A participação da categoria é fundamental para garantir a legitimidade dos conselhos. É por meio do voto que os profissionais ajudam a construir as diretrizes que orientarão a fiscalização, a valorização profissional e o desenvolvimento da arquitetura e urbanismo no Brasil nos próximos anos.
Os conselheiros têm a responsabilidade de deliberar sobre normativas, fiscalizar o exercício da profissão, julgar processos éticos e conduzir ações institucionais em benefício da sociedade e da categoria, seguindo os preceitos do Regimento Geral e do Código de Ética do CAU.